Confira em seguida quatro elementos importantes sobre o estado atual do e-commerce no Brasil, providenciados pelo renomado site E-commerce Brasil.

Crescimento de 12% em 2017

A Atlas e a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) analisaram e confirmaram que o comércio eletrônico está em ritmo de subida.

Investimento em tecnologia representa 9% da receita

O estudo da Forrester Research aponta que os valores investidos em desenvolvimento tecnológico já representam 9% da receita total. Atenção, pois isso é um número médio; como seria de esperar, as empresas que vendem seus serviços (ou produtos) totalmente online investem mais que os players do varejo físico.

Perfil do consumidor não revela preferência de gênero

Você poderá encontrar artigos apontando que as mulheres compram mais que os homens na internet. Mas, vejamos os dados fornecidos pelo E-commerce Brasil:

  • 2016: mulheres, 51.6%; homens, 48.4%
  • 2017: mulheres, 50.6%; homens, 49.4%

Fica meio difícil dizer que as mulheres usam mais o comércio eletrônico que os homens. O número é muito equilibrado. É mais informativo reconhecer que todo o mundo usa a internet, que ela é uma ferramenta de uso total comum, e que a divisão por gênero não é um fator relevante.

82,3% de carrinhos abandonados

Esse é aquele fator que deve fazer refletir os especialistas, tanto os empresários como os designers, marqueteiros e programadores. Que motivos levam uma imensa maioria dos usuários a iniciar um carrinho e deixá-lo a meio? Isso é algo que nunca acontece em um supermercado comum, claro.

Será que o usuário não confia na plataforma? Será que simplesmente não entendeu o conceito do carrinho e não queria realmente comprar? Será que perdeu sua atenção por conta de uma notificação do WhatsApp? Talvez seja um pouco de tudo isso. Mas é sem dúvida uma prova de que os sites de comércio eletrônico têm muito por onde crescer e melhorar.