E-commerce, em sua definição mais aberta, é a compra e venda de produtos ou serviços através da internet. Distingue-se da simples publicidade ou divulgação pela internet (que, historicamente, veio primeiro) pelo fato de a decisão final de compra ser tomada em ambiente online, com a correspondente concretização do pagamento em dinheiro.

Quem acompanhou o desenvolvimento da internet sabe bem como esta ideia de enviar nosso dinheiro através da realidade virtual da internet foi realmente o “grito do Ipiranga” em matéria de comércio eletrônico. Acessar sites era interessante, mas fazer pagamentos envolvia toda uma nova realidade. Será que o bem comprado ia chegar mesmo? Será que nosso dinheiro chegaria, ao menos, ao outro lado?

A conexão mundial entre computadores foi apenas um aspeto do desenvolvimento tecnológico que permitiu o aparecimento do e-commerce. As transferências eletrônicas de dinheiro, o processamento de pagamentos, o desenvolvimento do marketing online, o gerenciamento de dados – tudo isso foi e continua sendo necessário para que o comércio eletrônico se desenvolva cada vez mais.

Futuro ou presente?

O site Doutor e-Commerce apontava que, no final de 2017, o comércio eletrônico era responsável por R$ 47.1 bilhões, contando com 2.8% do varejo no total nacional.

As possibilidades em volta do comércio eletrônico e da internet são tais que apetece dizer que é algo que, realmente, já faz completamente parte de nossas vidas. Continuamente vemos notícias sobre a forma como os hábitos das pessoas estão mudando e setores de negócio inteiros estão sendo transformados. Porém, os números não mentem: o e-commerce é um setor mais do futuro que do presente.

E isso é bom, para os profissionais do setor e os varejistas. Significa que ainda há muito por onde crescer, muitos clientes para ir em busca, muitas ideias para testar e colocar na prática. O comércio continuará, fato inevitável, a acompanhar o crescimento da internet, por isso é um trem que você não pode perder.